Check-up emocional em psicologia preventiva
Qual a importância das características emocionais no desempenho, no sucesso ou no fracasso de um profissional? É possível viabilizar o sucesso de uma empresa apenas pela competência técnica de seus executivos e funcionários? Mesmo num ambiente extremamente competitivo é possível criar um clima organizacional de respeito às diferenças emocionais? O caminho para responder às perguntas acima pode estar na teoria que sustenta a gestão por competências: as características emocionais de uma pessoa são mais eficientes para avaliar o seu desempenho profissional do que a experiência ou formação acadêmica. Ou seja, as características emocionais de uma pessoa agregam valor à sua performance profissional. O recado é claro: adequar o perfil emocional de funcionários às possibilidades competitivas da empresa pode ser tomado como o caminho para o sucesso, tanto em nível empresarial como individual.
Valorizar indicadores de comportamento na hora de contratar um profissional é uma estratégia das mais eficazes para filtrar profissionais pró-ativos adequados emocionalmente às exigências e pressões competitivas do seu ambiente de trabalho e ao próprio mercado. I - Sem precisar citar competentes: head hunters, RH, pesquisadores de qualidade para alicerçar uma campanha ou promoção de sucesso, ou outros departamentos de RH. Empresa, poucas pessoas, dentro e fora do mercado de trabalho hoje em dia desconhecem que agregar competência emocional à competência técnica cria o clima organizacional desejado e necessário para que. o saldo da dinâmica do funcionamento da empresa seja lucrativo à longo prazo.
Da mesma forma que. a empresa precisa de bons funcionários, bons funcionários precisam sentir-se motivados porque. trabalham para e numa boa Empresa. Isso parece fácil, mas não é. Esse toma cá dá lá, essa troca de respeito mútuo, é algo óbvio mais que, dá muita mão de obra, além de ser tão delicado quanto um trabalho de ourivesaria ou o esforço de uma rosa para desabrochar. Gerentes, vice-presidentes, presidentes, executivos de um modo geral, e até mesmos aqueles que. atuam num trabalho informal, conhecem o preço que representa em moeda angústia, o desafio que representa a corrida pela busca de excelência de resultados na produção de bens e serviços e da sua condição de agente e paciente das transformações para se manter no mercado.
Ela dá bônus por produtividade, paga bem,
10 dicas para se sair bem numa entrevista , ou ser um bom líder através de um MBA em gestão empresarial, aliás não há cursos e livros que ensinem alguém se manter firme quando os outros estão vacilantes, ou unir várias pessoas num só ideal motivadas.
A escolha de profissionais com perfis emocionais adequados a cargos e funções não há dúvidas que. gera ganhos mensuráveis de satisfação, realização pessoal, produtividade e lucro para a empresa.; mas se não houver manutenção da solidariedade ( da competição e não o seu contrário rivalidade) dificilmente haverá uma dinâmica benéfica,ou seja humanizada e propiciadora de uma adequação renovadora à estrutura organizacional da empresa, seja ela macro ou micro, nacional ou multinacional.
Ao dar atenção aos aspectos emocionais de seus funcionários, a empresa pode avaliar quais as dificuldades, facilidades e benefícios que aquele profissional trará para a cultura da empresa.
Todos reconhecem e aceitam melhor quando as decisões de contratação e promoção dentro de uma organização de trabalho tomam como base o perfil profissional e emocional. Isto porque as características de comportamento individual e de personalidade refletem por si mesmas as habilidades emocionais competitivas e as possibilidades de contribuição que cada profissional pode oferecer para atingir os objetivos e metas da empresa. Através das características emocionais e da competência profissional fica mais claro para a empresa reconhecer os limites e potencialidades de seu corpo funcional e este aceitar as mudanças quando necessárias. Estabelece-se uma relação de transparência total entre funcionários e empresas, atitude fundamental para melhorar cada vez mais as relações no mundo do trabalho.
Para executivos e profissionais liberais
Indicadores de comportamento são determinantes para mensurar o equilíbrio psicológico e profissional. Aspectos emocionais, por exemplo, influenciam no processo de criatividade, no estímulo à impulsão empreendedora, na disciplina, na força de vontade e na atitude como a pessoa enfrenta as dificuldades e desafios na busca por maior eficiência. Mensuram limitações, potencialidades, nível de ambição. Sem uma percepção correta de como nossas características emocionais podem agir contra nós, o sucesso poderá ser constantemente efêmero, e o emprego também.
Investir no conhecimento emocional resulta na percepção honesta de si próprio, o que leva a pessoa a avaliar melhor o outro e a se relacionar de forma mais madura profissionalmente e emocionalmente. O conhecimento emocional ajuda a discernir o que a pessoa percebe como uma ameaça interna / externa no trabalho. Ajuda a se posicionar de forma mais correta em seu grupo de trabalho. Esta é uma atitude importante para saber lidar com situações geradoras de desequilíbrio emocional como sentimentos de rivalidades, insegurança, inveja, fofocas, autoridade e também para desenvolver a autocrítica: capacidade de sair da posição de vítima e avaliar o quanto pode estar contribuindo com sua atitude (comunicação verbal) para as situações de conflitos. Por exemplo, a forma de expressar sentimentos e opiniões a respeito dos colegas e chefes leva a pessoa a ser vista com desconfiança.
Equipe de Psicólogos Unipsico-Rio
